Após a eleição de Javier Milei ao cargo de presidente da Argentina, ele começou a colocar restrições para a entrada de estrangeiros no país, impactando diretamente os brasileiros que buscam estudar gratuitamente nas universidades públicas do território argentino.
Atualmente, cerca de 10 mil estudantes saídos do Brasil vivem sob o comando de Milei, que é parte da comunidade brasileira formada por 90 mil residentes, segundo dados de 2022 do Itamaraty. Diante dessa decisão do presidente, muitos estudantes brasileiros foram barrados nos aeroportos argentinos.
Uma decisão contrária ao acordo firmado entre a Argentina com o Brasil em 2004, na qual ficou garantido que os argentinos concederiam o direito de permanência aos cidadãos brasileiros no país por até 90 dias, e após isso, possibilidade de extensão por mais 90 dias, e opção de iniciar a residência. E também ao acordo do Mercosul, que desde 2009 permite a livre circulação de residentes dos países membros.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Primeiro encontro do Republicanos em MS reúne lideranças e traça metas para 2026

Congresso derruba veto de Lula e mantém PL da Dosimetria

Verruck aposta em perfil técnico para não ser "baixo clero" na Câmara Federal

TRE mantém atendimento no feriado e fim de semana para eleitores se regularizarem

Bancada de MS reage à rejeição inédita de Jorge Messias ao STF

Simone Tebet lidera disputa pelo Senado em São Paulo, aponta Quaest

Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF após reviravolta no plenário

Fim da escala 6x1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país

Em sabatina, Messias defende STF mais colegiado e critica decisões individuais de ministros


Presidente argentino restringe entrada de brasileiros (Reprodução/ISTOÉ)



