O governador e candidato a reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou logo após a votação que “a verdade prevaleceu e muitas coisas aconteceram no final desse segundo turno para esclarecer muitas mentiras contadas durante a campanha”.
Reinaldo votou nesta manhã e disse estar confiante na vitória. O candidato falou da importância dos últimos debates esclareceram para os eleitores pontos importantes para o nosso estado, como saúde, segurança e os avanços para MS.
Questionado sobre a divulgação de fake news contra o candidato opositor, afirmou que durante a campanha não foi registrado nenhum caso contra ele, ao contrário do juiz Odilon. “É só fazer o comparativo com as punições recebidas durante a campanha”.
O candidato falou da sua gestão em Mato Grosso do Sul e que cumpriu um dever de governar o estado. “Assumimos o estado em um momento difícil, que nos impôs responsabilidade e uma equipe muito sintonizada”, disse ao completar que o MS está bem diferente da maioria dos estados brasileiros. “Isso é fruto de uma equipe”, ressaltou.
O candidato afirmou ainda que conseguiu mostrar, durante a campanha, o trabalho de “governo presente nos 79 municípios”. “Não fizemos uma campanha de ataques, mas de propostas e a população identificou o que foi e pode ser feito em Mato Grosso do Sul”, considerou.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Primeiro encontro do Republicanos em MS reúne lideranças e traça metas para 2026

Congresso derruba veto de Lula e mantém PL da Dosimetria

Verruck aposta em perfil técnico para não ser "baixo clero" na Câmara Federal

TRE mantém atendimento no feriado e fim de semana para eleitores se regularizarem

Bancada de MS reage à rejeição inédita de Jorge Messias ao STF

Simone Tebet lidera disputa pelo Senado em São Paulo, aponta Quaest

Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF após reviravolta no plenário

Fim da escala 6x1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país

Em sabatina, Messias defende STF mais colegiado e critica decisões individuais de ministros


“Não fizemos uma campanha de ataques, mas de propostas", frisou Azambuja (Divulgação/Assessoria)



