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Política

Supremo censura “Crusoé” e MPF desmente denúncia da revista

Sob decisão do STF site foi obrigado a derrubar matéria que citava Dias Tóffoli

15 abril 2019 - 18h37Mauro Silva, com G1

Os sites "Crusoé" e o "O Antagonista" retiraram do ar matéria que cita o nome do presidente do Superior Tribunal Federal (STF) Antônio Dias Tóffoli veiculadas na última sexta-feira (12) intitulada “O amigo do amigo do meu pai”. A decisão desta segunda-feira (15) é do ministro Alexandre de Moraes.

Segundo nota da "Crusoé", a reportagem que cita o presidente da STF foi veiculada com base em um documento retirado dos autos da Lava Jato. O documento descreve que o empreiteiro Marcelo Odebrecht responde a Polícia Federal sobre um documento que ele cita um personagem como “amigo do amigo de meu pai”.  Conforme os autos, Odebrecht respondeu que o tal personagem é Dias Tóffoli, na época advogado-geral da União.

Na época Odebrecht tratava com o advogado da empresa Adriano Maia e outros executivos como Irineu Meireles sobre se havia fechado um negócio com o “amigo do amigo”. O empresário justificou a Força Tarefa da Lava Jato, que a fala em questão era sobre tratativa que Adriano Maia tinha com a Advocacia-Geral da União (AGU) dos temas que envolvia as hidrelétricas do Rio Madeira.

Após a publicação de "O Antagonista" e "Crusoé", Alexandre determinou que ambos os meios de comunicação retirassem as matérias dos ambientes virtuais sob pena de multa diária de R$ 100 mil. A Polícia Federal deve intimar os responsáveis pelos veículos de comunicação para prestarem depoimentos sobre o caso no prazo máximo de 72 horas.

MPF desmente O Antagonista

Em nota o Ministério Público Federal esclareceu que, “ao contrário do que afirma o site "O Antagonista", a Procuradoria-Geral da República (PGR) não recebeu nem da Força-Tarefa Lava Jato no Paraná e nem do delegado que preside o inquérito 1365/2015 qualquer informação que teria sido entregue pelo colaborador Marcelo Odebrecht em que ele afirma que a descrição “amigo do amigo de meu pai” refere-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

 

Nota


 

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