Há um ano, o mundo assistia o avanço trágico do novo coronavírus (COVID-19) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretava pandemia. Mato Grosso do Sul se via, talvez, “distante” do caos que a doença já causava em alguns países.
No Brasil, o primeiro caso foi confirmado dia 26 de fevereiro e, 15 dias depois, a doença chegava a Campo Grande. No dia 12 de março, uma jovem de 23 anos procurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Leblon. Thayany Aguiar da Silva foi contaminada após contato com um caso positivo no Rio de Janeiro. No mesmo dia, um homem de 36 anos, que não teve a identidade revelada, procurou a UPA Coronel Antonino. Ele tinha desembarcado recentemente de Londres e manteve contato com um caso positivo em São Paulo.
Os dois fizeram o teste e no dia 14 de março veio a confirmação: Campo Grande e consequentemente Mato Grosso do Sul tem seus dois primeiros casos confirmados da doença. Desde então, o coronavírus avançou, forçando as autoridades públicas a “apertarem o cinto” para o enfrentamento da doença com medidas severas, porém necessárias: a doença se alastrava.
Hoje, um ano depois, o cenário ainda continua preocupante, mesmo com a chegada da vacina. Taxa de ocupação de leitos de UTI no limite e a chegada da nova variante P1 mostra que podemos estar longe ainda de vencer o coronavírus.
Do primeiro caso, lá do dia 12 de março de 2020, até está sexta-feira (12), 191.326 casos confirmados e 3.537 vidas que foram interrompidas pela doença no Mato Grosso do Sul. Hoje, as autoridades públicas reforçam ainda mais a necessidade de obedecer as recomendações da saúde para vencermos essa pandemia.
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