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Saúde

Aedes aegypti: 8 áreas estão em risco e 38 em alerta para infestação na Capital

Os dados são de um levantamento, realizado em maio deste ano

23 maio 2023 - 17h06Brenda Leitte, com Assessoria

Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti realizado em maio deste ano, pela CCEV (Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais) da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), detectou 8 bairros com risco de infestação do mosquito e outros 38 em situação de alerta. As informações foram obtidas entre 8 a 16 deste mês.

Conforme o levantamento, as áreas mais críticas são as da USF Iracy Coelho, UBS Coophavilla e UBS 26 de Agosto ambas com IPP (Índice de Infestação Predial) superior a 5%. O índice é considerado crítico quando ultrapassa 3,9%. Outros 38 bairros estão em situação de alerta, com índice de 1 a 3,9%, e 66 apresentam índices satisfatórios, abaixo de 1%. O LiRAa completo pode ser conferido clicando aqui.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo, destacou que os índices acendem um alerta sobre a importância da conscientização e engajamento ainda maior da população, uma vez que 80% dos focos são encontrados dentro das residências.

“A maioria dos focos do mosquito está dentro do nosso lar, diferente do que muita gente pensa. Naquele vaso de planta que fica no fundo de quintal, na calha entupida e em materiais inservíveis jogados no quintal. Portanto é preciso que isso sirva de alerta para a população e que todos nós tenhamos consciência. O poder público faz a sua parte, mas é extremamente necessário o envolvimento de todos nesta batalha”, destacou.

O maior número de focos são encontrados em pequenos depósitos de água, como garrafas, vasos de plantas, embalagens plásticas, entre outros.

As ações de combate à proliferação do mosquito estão sendo intensificadas nos bairros com maiores índices de infestação e dentro da rotina nas demais regiões.

“O trabalho de combate ao Aedes aegypti é constante. Diariamente as nossas equipes estão empenhadas nas ações de rotina e mutirões com o objetivo de reduzir os índices de proliferação e, consequentemente, de notificações da doenças transmitidas pelo mosquito, como a dengue, zika e chikungunya”, disse.

No fim do ano passado, o município iniciou mais uma edição da campanha Mosquito Zero, que se estendeu até o mês de março deste ano. m pouco mais de cinco meses, aproximadamente 55,3 mil imóveis foram inspecionados nas sete regiões urbanas durante a campanha.

Cerca de 300 agentes da CCEV/Sesau (Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais da Secretaria Municipal de Saúde) estiveram mobilizados nas ações. Ao todo foram 39 mil depósitos e 2,6 mil focos eliminados.

Neste mês, a Prefeitura de Campo Grande lançou uma campanha educativa nas redes sociais, sites, emissoras de rádio e TV com objetivo de sensibilizar e reforçar o pedido de conscientização da população em relação as medidas de prevenção e combate do mosquito Aedes aegypti.

Dados epidemiológicos

De 01 janeiro a 16 de maio de 2023, Campo Grande registrou 10.314 notificações e dois óbitos provocados por dengue. No mesmo período, foi confirmado 1 caso de Zika e seis de chikungunya.

 

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