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Brasil

Bolsonaro afirma que não responderá a "canalha" e "presidiário"

Presidente postou em seu Twitter, após ataques do ex-presidente Lula

10 novembro 2019 - 09h34Sarah Chaves, com informações do G1    atualizado em 10/11/2019 às 09h51

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (9) que não responderá a “criminosos que por hora estão soltos” se referindo aos ataques do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva que foi solto na última sexta-feira (8).

Bolsonaro ainda chamou Lula de "canalha" e "presidiário",  depois que o ex-presidente deixou a prisão em Curitiba, após 580 dias.

Em discurso no início da tarde durante um ato em São Bernardo, Lula disse que Bolsonaro foi eleito para "governar para o povo" e não para "os milicianos do Rio de Janeiro".

Em resposta, Bolsonaro publicou em uma rede social, sem citar Lula: "Não responderei a criminosos que por ora estão soltos. Meu partido é o Brasil!".

Pela manhã, na mesma rede social, Bolsonaro havia publicado uma mensagem na qual chamou o ex-presidente de "canalha", embora não o tenha mencionado nominalmente.

"Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa" escreveu.

Mais tarde, ao deixar o Palácio da Alvorada para participar de um almoço no Clube Pandiá Calógeras, no Setor Militar Urbano, em Brasília, foi indagado por repórteres a respeito da libertação de Lula. Respondeu que não vai "contemporizar com presidiário".

"A grande maioria do povo brasileiro é honesto, trabalhador e nós não vamos dar espaço nem contemporizar com presidiário. Tá solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas", afirmou.

Condenado em duas instâncias no caso do tríplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato, Lula cumpria pena de 8 anos, 10 meses e 20 dias. Na sexta-feira o juiz Danilo Pereira Jr. autorizou que ele recorra em liberdade, depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter derrubado a possibilidade de prisão após condenação na segunda instância do Judiciário.


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