Amantes da aviação de todo o Brasil se indignaram na tarde dessa sexta-feira (31) com a destruição do avião Douglas DC-3 PP-VBF, que pertenceu à Varig, dentro da área restrita do Aeroporto Internacional Tom Jobim, também conhecido como Galeão, zona norte do Rio de Janeiro.
De acordo com o divulgado pelo site AeroIn, algumas fotos do momento da destruição rapidamente repercutiram nas redes sociais e grupos do mensageiro, WhatsApp, daqueles que admiram aviões.

Segundo o AeroIn, o avião estava em uma área privativa dentro do aeroporto, em uma área próxima ao hangar da TAP M&E e da GE Celma. Nas imagens de satélites, é possível inferir que alguém está limpando o terreno para algum possível empreendimento, ainda não divulgado pelo Galeão.

A equipe do JD1 Notícias entrou em contato com a assessoria do Galeão e aguarda o posicionamento da administração.
Douglas DC-3 PP-VBF
A aeronave foi entregue inicialmente pela empresa Douglas à USAF na década de 40, depois voou na Hughes Tool, antiga fabricante de brocas. Depois de alguns anos, o avião acabou na Varig, companhia aérea brasileira, onde transportou passageiros, mercadorias e até vítimas de um acidente aéreo em Bagé (RS).
A trajetória do avião terminou em agosto de 1971, no voo saindo do aeroporto de Congonhas (SP) com destino ao Santos Dumont (RJ). Com isso, ele foi inteiramente restaurado pela própria Varig e colocado como decoração no aterro do Flamengo, área próxima ao Santos Dumont.
Após 30 anos na zona sul do Rio de Janeiro, a aeronave se tornou alvo de vândalos e serviu de moradia para mendigos, até ser retirado e levado ao Galeão.
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Aeronave destruída foi um Douglas DC-3 PP-VBF que pertencia a Varig (Reprodução/Internet)



