De acordo com José Júnior, o motivo das intimidações são as denúncias feitas por ele contra o pastor Marcos Pereira, líder da igreja evangélica Assembleia de Deus dos Últimos Dias e acusado de estuprar fiéis. O coordenador também acusa o religioso de ter ligações com traficantes e o responsabiliza pelo incêndio na pousada que o grupo estava abrindo.
Também pelo Twitter, o fundador do jornal A Voz da Comunidade, que também teve a sede destruída pelo incêndio, negou que tenha mudado o nome da festa julina que vai acontecer no local na próxima semana a mando do tráfico de drogas. Renê Silva afirmou que a redação do jornal voltará para o morro do Adeus, onde começou, e disse que mudou o nome da festa de Arraiá da Paz para Arraiá do Alemão por ter “mais a cara da comunidade”. De acordo com reportagem publicada pela revista Veja, o tráfico proibiu a palavra “Paz” em qualquer evento que se realiza na comunidade.
José Junior afirmou que já informou as autoridades sobre o fechamento do AfroReggae no Alemão, entre eles o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, com quem se encontrou ontem, em Brasília, por intermediação da deputada federal Manuela D’Avila (Psol). José Junior explicou ainda que decidiu fechar o AfroReggae no Alemão porque “não dá para deixar assassinarem inocentes”.Reportar Erro
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Incêndio atingiu prédio do Afroreggae no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro. (Foto: Celso Barbosa/Futura Press) 



