"Ninguém merece passar por isso", é assim que a acadêmica de medicina Beatriz Amaral, de 21 anos, desabafa em vídeos compartilhados no TikTok, a experiência trágica de deixar Prada, uma cachorra da raça bulldog, de 3 anos, em um pet shop e receber o animal sem vida. O caso aconteceu em Campo Grande, durante a quarta-feira (8) e compartilhado no final da quinta-feira (9).
"Entregaram a cachorra com a língua roxa, sem conseguir respirar, muito mal e o porteiro percebeu que ela estava mal", disse a jovem, relatando que o porteiro questionou o entregador, que respondeu dizendo que ela estaria há um tempo assim e foi embora na sequência.
Este é o segundo caso envolvendo banhos em estabelecimentos com proprietários de animais em 10 dias.
O primeiro aconteceu no dia 28 de fevereiro, quando uma mulher, de 38 anos, também usou as redes sociais para dizer que recebeu seu cachorro morto e cremado após levá-lo para um banho em um pet shop, rua Albert Sabin, no bairro Caiçara.
Prada e sua tutora Beatriz. (Foto: Arquivo Pessoal)
A própria tutora de Prada preferiu ocultar o nome do estabelecimento, a fim de levar adiante a denúncia e também evitar exposição para não prejudicar o processo. "Ela era uma cachorra forte, grande, não tinha nada previamente, era uma adulta e não tinha nenhum problema e ela morreu, mataram ela".
Beatriz ainda declarou que realizou um boletim de ocorrência de maus tratos para que o pet shop passe a responder criminalmente. O caso deve ser investigado pela Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista).
"É um ponto positivo, pois eles respondem criminalmente pelo caso que aconteceu, porque foi maus tratos. A gente acredita que foi por causa do transporte que deixou ela muito tempo em um lugar quente e sem ventilação, somado ao banho", descreve ainda abalada.
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Prada era da raça bulldog (Arquivo Pessoal)



