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Economia

Indústria bate recorde na geração de empregos em MS

22 setembro 2011 - 16h08Divulgação

O setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, bateu no mês de agosto mais um recorde na geração de empregos formais no ano com 11.933 novas vagas e já registra um total de 125.660 postos de trabalho no Estado, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego.

Para se ter uma idéia, apenas os segmentos indústria de transformação e indústria da construção civil geraram juntos 11.119 vagas, sendo 5.879 pelo primeiro e 5.240 pelo segundo.

Além disso, ainda conforme o Radar da Fiems, o setor industrial corresponde por 37,2% do total de novos empregos criados em Mato Grosso do Sul no ano, enquanto na seqüência aparecem os setores de serviços, com 10.956 vagas ou 34,2%, agropecuária, com 5.530 vagas ou 17,3%, e comércio, com 3.652 vagas ou 11,4% do total de novos empregos criados em 2011. O Estado, com o saldo acumulado em março, obteve a marca de 592,8 mil postos formais de trabalho, indicando uma elevação equivalente a 7,61% sobre o estoque total verificado ao fim de 2010.

Com saldo de 540 empregos formais criados no mês de agosto, a indústria mantém a parcela de 21% de todo o emprego formal existente no Estado, ficando atrás somente dos setores de serviços (26%) e administração pública (23%), com um total de 155 mil e 133,9 mil empregos formais, respectivamente. O resultado obtido em agosto faz com que o setor industrial em Mato Grosso do Sul acumule sucessivos recordes no estoque total de empregos formais.

Índice

Pelo Índice de Evolução do Emprego Formal na Indústria, calculado pelo Radar da Fiems, o segmento industrial, na posição verificada em agosto, foi de 184,1 pontos, pontos, indicando um crescimento de 84% sobre o estoque do ano base de 2005, quando o setor empregava 68.269 trabalhadores. Na mesma comparação, o setor de serviços apresentou um índice de 155,4 pontos e crescimento de 55%, o comércio com 138,7 pontos (+39%), a agropecuária com 122,4 pontos (+22%) e administração pública com 115,2 pontos (+15%).

No caso do emprego formal total em Mato Grosso do Sul, o índice de evolução alcançou a marca 141,4 pontos (+41%). Constata-se, deste modo, que no período compreendido entre 2005 e 2011, até o mês de agosto, o ritmo de expansão do emprego formal na indústria em Mato Grosso do Sul foi 30% maior que aquele apresentado pelo conjunto da economia estadual.

Já na mesma comparação, em relação aos segmentos de serviços, comércio, agropecuária e administração pública, o ritmo de expansão da indústria foi maior em 18%, 33%, 50% e 60%, respectivamente. Por fim, na comparação com o mês imediatamente anterior, os índices de evolução do emprego formal na agropecuária, serviços, indústria e comércio apresentaram desempenhos equivalentes a 1,3%, 0,7%, 0,4% e 0,3%, respectivamente. Já a administração pública, na mesma comparação, não apresentou alteração em seu índice.

Nota Técnica

A classificação utilizada pelo Sistema Fiems na apuração do emprego formal total existente nas atividades industriais do Estado utiliza-se do mesmo critério presente na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), organizada no âmbito da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA), sob a coordenação de representante da Secretaria da Receita Federal e com a participação de representantes da administração tributária das esferas estadual e municipal e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Por fim, vale ressaltar que este é o mesmo critério usado pelo IBGE no cálculo das Contas Nacionais para a apuração do Produto Interno Bruto (PIB) para o segmento industrial. A CNAE classifica como indústria as atividades pertencentes às seções B (indústrias extrativas), C (indústrias de transformação), D (eletricidade e gás), E (água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação) e F (construção civil).

PMCG Refis

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