Menu
Busca quarta, 22 de maio de 2019
(67) 99647-9098
Economia

Mercadão e Camelódromo lotam de consumidores

24 dezembro 2011 - 14h15Pedro Peralta

Mercadão Municipal e Camelódromo. Dois centros de compras considerados populares e que ficam fora do ‘Centrão’ registraram movimento intenso de consumidores na manhã deste sábado (24), véspera de Natal, em Campo Grande.

Um retrato disso é o congestionamento que se formou em boa parte da manhã na rua 15 de Novembro, que divide os dois centros de compras. A fila de veículos alcançava e até bloqueava o cruzamento com a avenida Calógeras.

O administrador do Mercadão, Daniel Amaral, afirmou que aproximadamente 5,8 mil pessoas fizeram compras no estabelecimento nesta manhã. O índice foi o maior registrado neste fim de ano.

"O pessoal compra bastante carne aqui. Hoje, por exemplo, acabou a carne, foi reabastecido e já está acabando de novo", relatou Amaral, listando ainda legumes, farinha e queijo na lista de produtos mais vendidos.

Em geral, os consumidores foram até o Mercadão para comprar produtos para a ceia natalina. A gerente administrativo, Eneida Rodrigues, 48 anos, por exemplo, saiu com a sacola carregada de pernil e costela para assar. "Aqui, a carne é de qualidade", justificou.

A dona de casa Maria de Lourdes, de 79 anos, foi só comprar uns doces para a sobremesa. "Paguei só R$ 2,50", afirmou Maria, que terá costelinha, salada, laranja e banana na ceia.

Centro popular? Há quem reclama do preço alto. É o caso da dona de casa Nice Morais, de 49 anos. "São produtos de primeira, mas estão muito caros", lamentou a freguesa de vários anos do Mercadão.

O pintor Paulo Sérgio Silva dos Santos, 45 anos, comprou presentes no Camelódromo e atravessou a rua só para comer. "Agora está tudo certo, é só comer e ir embora".

Por falar em Camelódromo, os corredores do centro de compras estavam abarrotados de pessoas, muitas delas reclamando da dificuldade em andar lá dentro.

O encarregado Nilton Alves de 35 anos, enfatizou rapidamente as vantagens de comprar os brinquedos e sapatos que levava na sacola. "Aqui é mais barato, eu acho de tudo aqui".

Opinião também da artesã Eveline Olive, de 27 anos, carregada bolsas e brinquedos para familiares e amigos. "Porque tem o preço melhor, tem mais variedade e é mais fácil de negociar preço".

Alguns dos vendedores dos boxes estão rindo a toa com as vendas. Exemplo é Sérgio Campos, dono de uma banca que vende brinquedos. "As vendas superaram expectativa, teve aumento de 10% em relação ao fim do ano passado. O ‘point’ é a venda de skates, patins e patinetes", complementou.

Outros comerciantes do centro de compras não estão tão felizes com as vendas. "Foi o pior Natal. O povo só está andando em vez de gastar", reclamou Francisco Silva, dono de uma loja de eletrônicos.

Fac Feijoada 2019

Deixe seu Comentário

Leia Também

Economia
Mega-Sena pode pagar 12 milhões nesta quarta-feira
Economia
No “Dia Livre de Impostos”, capital terá cerveja com metade do preço
Economia
MS é líder do ranking nacional de exportação de tilápia
Economia
Preço do diesel dispara e ultrapassa patamar da greve dos caminhoneiros em 2018
Economia
Comerciamentes venderão produtos sem impostos em feirão nacional
Economia
Governo anunciará bloqueio temporário de verbas na quarta-feira
Economia
Concen e Energisa cadastram famílias na Tarifa Social neste sábado
Economia
Guedes prevê "um outro país" após reforma da Previdência
Economia
Dólar segue em alta cotado a R$ 4,087
Economia
País colherá 50,92 milhões de sacas de café neste ano, prevê Conab

Mais Lidas

Internacional
Peão de MS vence rodeio nos EUA
Economia
No “Dia Livre de Impostos”, capital terá cerveja com metade do preço
Polícia
Com quatro tiros na cabeça, adolescente morre em escola
Polícia
Operação no camelódromo termina com um preso e motos apreendidas