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Economia

Mercadão e Camelódromo lotam de consumidores

24 dezembro 2011 - 14h15Pedro Peralta

Mercadão Municipal e Camelódromo. Dois centros de compras considerados populares e que ficam fora do ‘Centrão’ registraram movimento intenso de consumidores na manhã deste sábado (24), véspera de Natal, em Campo Grande.

Um retrato disso é o congestionamento que se formou em boa parte da manhã na rua 15 de Novembro, que divide os dois centros de compras. A fila de veículos alcançava e até bloqueava o cruzamento com a avenida Calógeras.

O administrador do Mercadão, Daniel Amaral, afirmou que aproximadamente 5,8 mil pessoas fizeram compras no estabelecimento nesta manhã. O índice foi o maior registrado neste fim de ano.

"O pessoal compra bastante carne aqui. Hoje, por exemplo, acabou a carne, foi reabastecido e já está acabando de novo", relatou Amaral, listando ainda legumes, farinha e queijo na lista de produtos mais vendidos.

Em geral, os consumidores foram até o Mercadão para comprar produtos para a ceia natalina. A gerente administrativo, Eneida Rodrigues, 48 anos, por exemplo, saiu com a sacola carregada de pernil e costela para assar. "Aqui, a carne é de qualidade", justificou.

A dona de casa Maria de Lourdes, de 79 anos, foi só comprar uns doces para a sobremesa. "Paguei só R$ 2,50", afirmou Maria, que terá costelinha, salada, laranja e banana na ceia.

Centro popular? Há quem reclama do preço alto. É o caso da dona de casa Nice Morais, de 49 anos. "São produtos de primeira, mas estão muito caros", lamentou a freguesa de vários anos do Mercadão.

O pintor Paulo Sérgio Silva dos Santos, 45 anos, comprou presentes no Camelódromo e atravessou a rua só para comer. "Agora está tudo certo, é só comer e ir embora".

Por falar em Camelódromo, os corredores do centro de compras estavam abarrotados de pessoas, muitas delas reclamando da dificuldade em andar lá dentro.

O encarregado Nilton Alves de 35 anos, enfatizou rapidamente as vantagens de comprar os brinquedos e sapatos que levava na sacola. "Aqui é mais barato, eu acho de tudo aqui".

Opinião também da artesã Eveline Olive, de 27 anos, carregada bolsas e brinquedos para familiares e amigos. "Porque tem o preço melhor, tem mais variedade e é mais fácil de negociar preço".

Alguns dos vendedores dos boxes estão rindo a toa com as vendas. Exemplo é Sérgio Campos, dono de uma banca que vende brinquedos. "As vendas superaram expectativa, teve aumento de 10% em relação ao fim do ano passado. O ‘point’ é a venda de skates, patins e patinetes", complementou.

Outros comerciantes do centro de compras não estão tão felizes com as vendas. "Foi o pior Natal. O povo só está andando em vez de gastar", reclamou Francisco Silva, dono de uma loja de eletrônicos.

Unica - inverno

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