O presidente Michel Temer declarou neste sábado (14) que o Brasil condena o uso de armas químicas e manifestou “profunda preocupação com escalada do conflito militar na Síria”. Em discurso na 8ª Cúpula das Américas, realizada em Lima, no Peru, Temer defendeu uma solução permanente para a guerra na região.
"Já é, pensamos nós, passada a hora de encontrar soluções duradouras, baseadas no direito internacional, para uma guerra que se estende há tempos demais, a um custo humano, também, elevado demais. Condenamos, naturalmente, o uso de armas químicas, que é inaceitável”, afirmou.
Na noite dessa sexta-feira (13), os Estados Unidos anunciaram que lançaram um ataque em conjunto com o Reino Unido e a França contra instalaçãoes de armas químicas na Síria, em resposta ao suposto ataque químico à cidade de Duma, realizado há uma semana.
O presidente brasileiro reiterou que a rejeição ao uso de armas químicas não é simplesmente uma posição de governo, mas uma questão de Estado e enfatizou que a Constituição brasileira também proibe o uso de armas ou energias nuclelares para fins não pacíficos.
Temer também se solidarizou às vítimas do conflito e reafirmou que o governo ficará atento aos desdobramentos da guerra. “Nossos pensamentos se voltam para todas as vítimas deste conflito e, naturalmente, pernameceremos atentos para a segurança de muitos brasileiros que vivem naquela região”, completou.
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