Menu
Busca sexta, 23 de outubro de 2020
(67) 99647-9098
Sebrae/mulher
Geral

Governador e professores discutem implantação do piso salarial

16 março 2011 - 20h06
Em reunião a portas fechadas, esta tarde, professores da rede estadual de ensino discutiram com o governador André Puccinelli a proposta de política salarial, plano de cargos e carreiras. A reivindicação é pelo piso e a criação da política salarial do atual governo. A categoria cobra a implantação nos próximos três anos e que a eleição para diretores seja direta já no mês de maio. Para que o governo acate as reivindicações da categoria, professores fizeram paralisação hoje, data em que a Lei do Piso completa três anos. “Não delego secretários para ouvir reivindicações, eu vim aqui para escutá-los”, ressalta o governador André Puccinelli antes da reunião, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. Para o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, a discussão deve ser produtiva. “Queremos definir o índice de reajuste até 2013, com piso salarial e carga horária de 20 horas”, explica o diretor. A categoria espera ansiosa que o resultado do julgamento da Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 4167 , marcada para amanhã, no Supremo Tribunal Federal, seja a favor dos professores. A Ação foi ajuizada em 2008, para impedir a implantação da Lei do Piso, que institui o piso salarial de R$ 950 e jornada máxima de 40 horas semanais, com limite de 2/3 de carga horária para atividades em sala de aula e 1/3 para planejamento. O governo de Mato Grosso do Sul foi um dos estados que ajuizou a Ação, junto com Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Ceará e com apoio dos governadores de São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Roraima e do Distrito Federal. Na reunião, Puccinelli foi categórico em afirmar que é contra a destinação de 1/3 da carga horária para o planejamento dos professores. “Eu fui o primeiro a instituir o piso salarial, mas quanto a carga horária escolar, sou contra”, fala. Para o presidente da ACP (Associação Campo- Grandense dos Professores), Geraldo Alves Gonçalves, o objetivo da reunião é discutir o que não foi atendido. “O governo não ouviu as reivindicações da categoria para 2011 e queremos discutir isso hoje”, resume. Uma das brigas da Fetems é para que os profissionais possam ter a carga horária para planejamento, fora da sala de aula. O que para o governo significa contratar mais professores para a rede estadual. Fonte: CG News
CertFica

Deixe seu Comentário

Leia Também

Geral
Empresa paulista AEGEA, vence leilão da PPP da Sanesul
Geral
Criança de 2 anos engole e fica com crucifixo preso no sistema digestório
Geral
Antônia Cylis precisa de doações de sangue na luta contra leucemia
Geral
Mega-Sena acumula e pagará R$ 38 milhões no sábado
Geral
Cantor sertanejo Edson realiza show em cobertura de escritório da Capital
Geral
PPP da Sanesul vai à leilão na Bolsa de Valores em São Paulo hoje
Geral
Vitória no STF foi "da população de MS", diz Verruck
Geral
Avó vende rifa para pagar cirurgia da neta
Geral
Neila é 14ª profissional da enfermagem que morre de coronavírus no MS
Geral
Justiça do Trabalho retomará audiências presenciais em MS

Mais Lidas

Justiça
Candidato do PSL terá que pagar multa e retirar vídeo do ar
Política
Presidente da Câmara dos Deputados afirma que PEC da Guerra não será prorrogada
Política
FETEMS fará debate
Polícia
Homem é preso após agredir idoso de 80 anos