O conteúdo da gravação de conversa entre o dono da JBS, Joesley Batista e o Presidente Michel Temer pode ser editada, afirma Planalto.
O Planalto decidiu enviar a peritos a gravação feita pelo empresário Joesley com Temer no dia 7 de março no Palácio Jaburu. Auxiliares do Presidente desconfiam que a conversa foi editada.
Caso comprove a existência de montagem nos áudios, o governo vai reforçar a tese que Temer foi vítima de uma 'conspiração', como ele próprio já havia afirmado e que o grampo foi ilegal, feito sem autorização da Justiça.
O grampo foi feito por Joesley antes de ele e executivos de seu grupo fecharem acordo de delação com a Lava Jato.
A Delação
Em depoimento no dia 10 de abril, o dono da JBS, Joesley Batista, afirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR), que o presidente Michel Temer (PMDB) sabia que ele pagava uma mesada para manter calados o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) e operador Lúcio Funaro, ambos presos na Operação Lava Jato.
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