Desembargadores do TJMS, suspeitos de envolvimento em um esquema de venda de sentenças - tinham outro 'arranjo' de “troca de favores,” é o que demonstram elementos captados pela Polícia Federal.
Diálogos interceptados pela PF revelam pedidos diretos de um desembargador a outro para interferir em processos sob sua responsabilidade, agilizando decisões ou direcionando o julgamento em favor de uma das partes. A PF destaca conversas entre o desembargador Marcos José de Brito Rodrigues e outro magistrado do TJMS como evidência dessa prática.
Além disso, a investigação apontou a utilização da Ouvidoria do TJMS para fins ilícitos. O desembargador Marcos Brito utilizava a Ouvidoria para pressionar juízes de primeira instância a tomarem decisões favoráveis a seus interesses ou de pessoas a ele ligadas.
A PF também identificou a concessão de favores em troca de benefícios futuros. Em algumas situações, os favores concedidos por um desembargador a outro não estavam necessariamente vinculados a um processo específico, mas sim a uma expectativa de reciprocidade futura.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Ministro André Mendonça dá 'ralo' na PGR após órgão ignorar urgência na prisão de Vorcaro

PF aponta corrupção na saúde de Macapá e ministro do STF afasta prefeito

Magistrados que deixaram o Judiciário devem cumprir quarentena antes de advogar, diz CNJ

Assassinato no Campo Nobre fica sem autoria definida e caso é arquivado

Justiça do Trabalho registra aumento nos processos por assédio moral e sexual em MS

Homem que matou padrasto para defender a mãe pega 5 anos de prisão em Campo Grande

Condenado por estuprar enteada tem pena diminuÃda em MS

Justiça nega liberdade a homem que matou Edson a tiros em conveniência de Campo Grande

Juiz proÃbe técnico em optometria de atuar sem médico e multa pode chegar a R$ 100 mil


Agente da PF durante a operação - (Foto: Sarah Chaves/JD1 NotÃcias)



