No JD1 Entrevista desta quarta-feira (13), a defensora pública Thais Dominato abordou a recente condenação de um caso de feminicídio em Campo Grande e o grave contexto de violência contra a mulher no Mato Grosso do Sul.
O crime, ocorrido na Capital, envolveu uma mulher vítima de agressões dentro do próprio lar, morta na frente dos filhos, após uma sequência de ameaças e violências anteriores.
Segundo Dominato, os feminicídios são considerados "mortes anunciadas e evitáveis", resultado de um ciclo contínuo de violência que, quando não interrompido, atinge um desfecho trágico.
“Esses crimes representam o ápice de um desprezo à condição feminina e são impulsionados por um ódio que destrói não só o corpo da vítima, mas também a dignidade e imagem dela”, afirmou.
O Mato Grosso do Sul tem uma das maiores taxas de feminicídio do país, o que reforça a necessidade de políticas e ações mais eficazes para a proteção e conscientização. Dominato explicou que, no Estado tem a urgência de medidas preventivas e de apoio às vítimas.
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