Leandro Gonçalves dos Santos, conhecido como “Chupeta”, foi pronunciado pelo assassinato de Adevilson Silva de Souza, ocorrido em 23 de setembro de 2021, às 19 horas, na Rua Miguel Ângelo, esquina com a Rua Taumaturgo, no Bairro Jardim Aero Rancho, em Campo Grande. A decisão foi tomada pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri.
Conforme a denúncia, Chupeta agiu por motivo torpe ao descobrir que sua companheira havia mantido um relacionamento amoroso com Adevilson enquanto ainda viviam juntos. O acusado teria surpreendido a vítima e efetuado os disparos à queima-roupa, dificultando a defesa de Adevilson.
O acusado encontra-se preso desde 1º de fevereiro de 2024. Em sua defesa, Chupeta solicitou a nulidade da quebra do sigilo de dados telemáticos devido à ausência de perícia técnica e à violação da cadeia de custódia, além da absolvição sumária ou, alternativamente, a impronúncia.
O juiz Aluizio Pereira dos Santos rejeitou as alegações da defesa, considerando-as infundadas e desprovidas de razoabilidade, e decidiu manter as qualificadoras que apontam o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. A prisão de Chupeta será mantida até a realização do julgamento pelo Tribunal do Júri, cuja data ainda será definida, após o prazo para recursos da defesa.
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Rapaz foi morto com vários tiros a queima-roupa (JD1 Notícias/Reprodução/Redes Sociais)



