Com duríssimas penas aplicadas e com ordem de exclusão da PMMS - Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, o Conselho Permanente de Justiça condenou quatro policiais militares por participação em uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro. A decisão unânime rejeitou os argumentos das defesas, baseando-se nas investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO), no âmbito da operação Paraíso Marcado 2.
Um dos policiais foi condenado a 10 anos, 1 mês e 10 dias de prisão. Outro recebeu a maior pena, de 15 anos e 11 meses. Dois outros agentes foram condenados a 5 anos, 5 meses e 10 dias cada.
As investigações permitiram ao Ministério Público requerer a quebra de sigilo telemático e telefônico dos envolvidos, o que deu acesso a históricos de mensagens, registros de WhatsApp e chamadas telefônicas. Entre as evidências, a participação dos policiais em grupos de mensagens com os líderes da organização criminosa, baseada em Bonito, foi confirmada.
As sentenças foram aplicadas com base na gravidade dos crimes, que afetaram a imagem da Corporação Militar e impactaram negativamente a sociedade. Todos os condenados iniciarão suas penas em regime fechado, com a possibilidade de recorrer em liberdade, caso não estejam presos por outras acusações. Além disso, foi determinada a exclusão dos policiais dos quadros da PMMS.
O processo contra os civis envolvidos na organização criminosa segue em tramitação na comarca de Bonito.
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