O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) anulou, na última sexta-feira (22), a queixa-crime do ministro Flávio Dino, da Justiça e Segurança Pública, contra o influencer Bruno Aiub, popularmente conhecido como Monark.
A queixa-crime foi registrada após Monark, durante uma transmissão ao-vivo, chamar Dino de “gordola” e “filho da puta”. "Você vai ser escravizado por um 'gordola'. Esse cara sozinho não dura um segundo na rua, não consegue correr 100 metros. Coloca ele na floresta para ver se ele sobrevive. [...] Você vai deixar esse cara ser o seu mestre? Foi para isso que os seus pais te deram educação? Eles se sacrificaram para você servir esse filho da puta?", disse o influenciador.
O ministro havia acusado Monark de calúnia, difamação e injúria na queixa-crime, realizada em junho deste ano. O influenciador havia sido impedido de falar o nome de Dino, além de ser obrigado a se apresentar mensalmente à Justiça e fornecer seus dados no exterior.
O desembargador que tomou a decisão entendeu que a punição contra Monark era desproporcional. Em suas redes sociais, o influenciador comemorou a decisão. “Ainda existem desembargadores no Brasil que respeitam a constituição e o estado democrático de direito”, publicou em seu perfil no X, antigo Twitter.
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