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Justiça

'Mano' é julgado nesta terça por matar homem a facadas no Jardim Noroeste

O crime ocorreu no dia 28 de março de 2021, após uma bebedeira; no ataque, a vítima morreu por esgorjamento e ficou com a faca cravada no peito

10 fevereiro 2026 - 08h54Vinícius Santos

Ilmo Eugênio Teixeira Júnior, o “Mano”, de 42 anos, é julgado nesta terça-feira (10) pelo Tribunal do Júri Popular de Campo Grande, acusado de matar Hudson Thiago de Souza. O crime ocorreu no dia 28 de março de 2021, por volta das 19h, na rua Bartolomeu Mitre, no bairro Noroeste.

Conforme a denúncia, o homicídio teria ocorrido após uma bebedeira e envolveu golpes de faca. O Ministério Público aponta que o crime teria sido praticado por motivo torpe, caracterizado por sentimento de repulsa e intolerância que o acusado nutria pela vítima, em razão do modo de vida de Hudson e de sua suposta interferência no convívio do casal formado por Ilmo Eugênio e sua então esposa.

Durante o processo, o acusado isentou a esposa, Jhenifer Santos de Souza, afirmando que ela não teve qualquer participação no crime. Segundo ele, Jhenifer apenas deixou o local para acompanhá-lo por ser sua esposa. 

Ilmo Eugênio alegou ainda que a vítima era inconveniente, teria assediado Jhenifer, aparecia em sua casa sem convite e fazia comentários inadequados. Em sua versão, o acusado afirmou que, no dia dos fatos, realizava um churrasco em casa quando a vítima teria ido até o local sem ser convidada. 

Em determinado momento, Hudson teria convidado Jhenifer para usar entorpecente no banheiro, o que teria deixado Ilmo Eugênio nervoso. Ele relatou que pegou uma faca para confrontar a vítima e que os dois entraram em luta corporal, ocasião em que desferiu os golpes.

Ilmo Eugênio declarou que pegou a faca porque a vítima seria lutador e que, ao perceber a situação, Jhenifer pegou o filho do casal e saiu da residência, ficando em choque. Segundo ele, a luta teria ocorrido dentro do banheiro, com a porta fechada. Após o fato, o casal deixou o local.

Ainda conforme a defesa, Jhenifer não sabia que estava sendo investigada e não teria se apresentado ao tomar conhecimento do mandado de prisão por ter um filho pequeno. No decorrer da ação penal, ela acabou excluída do processo, por ausência de indícios suficientes de autoria ou participação.

Assim, apenas Ilmo Eugênio enfrenta julgamento nesta sessão do Tribunal do Júri. O resultado pode ser divulgado ainda hoje, sob a presidência do juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

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