Christian Campoçano Leitheim, padrasto de Sophia de Jesus Ocampo, de apenas 2 anos, que foi morta, desistiu do recurso que tramitava no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). Com isso, ele será julgado pelo Tribunal do Júri. A mãe de Sophia, Stephanie de Jesus da Silva, também ré no caso, abriu mão de recurso semelhante e solicitou ser julgada separadamente.
A defesa de Stephanie pediu o desmembramento da ação, ou seja, que ela fosse julgada separadamente do padrasto. No entanto, a defesa de Christian Campoçano Leitheim manifestou-se contra esse pedido, defendendo que ambos fossem julgados juntos pelo Conselho de Sentença.
“Requer-se que sejam os autos devolvidos à instância de origem para que seja dada continuidade aos atos processuais e, aquele juízo possa, ainda, pautar sessão plenária, de ambos os acusados, submetendo-os ao Tribunal Popular em data e hora a serem definidos”, manifestou a defesa de Christian Campoçano Leitheim.
Recursos - Os recursos apresentados pelas defesas buscavam a absolvição sumária dos réus. A defesa de Christian Campoçano Leitheim solicitou a impronúncia e a exclusão de qualificadoras. Já a defesa de Stephanie de Jesus da Silva alegou a quebra de cadeia de custódia e pediu a desconsideração de provas colhidas.
A Justiça ainda vai analisar os pedidos das defesas e determinar como proceder com o julgamento dos acusados. Ambos os réus enfrentarão o Tribunal do Júri, onde um Conselho de Sentença decidirá sobre suas responsabilidades no caso da morte de Sophia de Jesus Ocampo.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Reforma do muro da sede do MPMS em Campo Grande custará R$ 1,59 milhão

Juiz condena ex-vereadores e empresários por 'esquemão' que cassou Bernal

MPMS apura possível extração irregular de basalto em Deodápolis

Por assassinato a facadas no Lageado, homem é condenado a 8 anos de prisão

Ex-prefeito de Ladário é condenado e fica inelegível por abuso de poder

Após gasto de R$ 400 mil em campanha, Trutis tem contas aprovadas

MP investiga condições de atendimento obstétrico e neonatal no HU em Dourados

MP investiga 'profissional' por receitar óculos ilegalmente em Campo Grande

MP mira "farra das diárias" e exige freio nos gastos da Câmara de Anastácio
