Investida da Polícia Federal (PF) que sacudiu o Judiciário estadual em Mato Grosso do Sul culminou na apreensão milionária de grana em espécie. O dinheiro teria sido apreendido na casa de um dos alvos, que seria um desembargador.
A ação da PF, deflagrada nesta quinta-feira (24), é denominada Operação Ultima Ratio e tem como objetivo investigar possíveis crimes de corrupção relacionados à venda de decisões judiciais, lavagem de dinheiro, organização criminosa, extorsão e falsificação de escrituras públicas no Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul.
Os agentes da força-tarefa estão contabilizando o valor apreendido, que já ultrapassa a casa dos R$ 2,7 milhões e inclui notas de várias denominações. Além disso, em consequência das investigações, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) afastou, por um prazo inicial de 180 dias, cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Os afastados são:
- Sérgio Fernandes Martins, presidente do TJ-MS
- Vladimir Abreu da Silva
- Alexandre Aguiar Bastos
- Sideni Soncini Pimentel
- Marco José de Brito Rodrigues
A PF e a Receita Federal contaram com informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) devido a movimentações suspeitas em contas.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Polícia identifica motorista de acidente que deixou mãe e filho em estado grave no Noroeste

Passageira perde velório da mãe após atraso e empresa é condenada a indenizar em MS

Câmara Municipal de Campo Grande vota três projetos e dois vetos em sessão desta quinta

Preso por matar a ex em Campo Grande, homem briga na Justiça com a filha por bens

Pega 44 anos de prisão rapaz que matou 2 crianças inocentes em Campo Grande

Defensoria de MS agiliza processos de inventário com sistema em projeto piloto

Assassinato de crianças em Campo Grande é 'nefasto e estarrecedor', diz promotora

Em júri, acusado de matar duas crianças pede para não ser julgado pela 'tatuagem'

Família pede Justiça em júri de acusado pela morte de Aysla e Silas em Campo Grande


Dinheiro apreendido 


