As falas racistas e homofóbicas do ex-piloto Nelson Piquet contra o piloto de Formula 1 Lewis Hamilton serão julgadas no Supremo Tribunal Federal (STF), após o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) anular condenação contra ele nesta quarta-feira (27).
As entidades autoras do processo contra o ex-piloto brasileiro irão recorrer da decisão do TJDFT. O processo foi movido após falas de Piquet, que foram consideradas homofóbicas e racistas, durante entrevista em 2021. “O neguinho [Hamilton] devia estar dando mais cu naquela época, aí tava meio ruim”.
O processo foi movido pelas entidades Educafro, Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo e Aliança Nacional LGBTI. O juiz responsável pelo caso na primeira instância considerou que o ex-piloto divulgou ofensas “intoleráveis”, e ordenou o pagamento de uma indenização de R$ 5 milhões por parte do ex-piloto, valor que seria convertido para projetos de igualdade racial e de diversidade.
No entanto, o entendimento do tribunal mudou na decisão desta semana. O relator do caso, Aiston Henrique de Sousa, afirmou que Piquet não praticou discurso de ódio, e que o comentário ocorreu apenas em tom de “deboche”.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

TJMS absolve homem condenado por estupro de vulnerável após caso envolvendo 'selinho'

Seminário em Campo Grande vai debater litigância abusiva no Poder Judiciário

Acusados de matar mulher com golpes de faca enfrentam Tribunal do Júri em Campo Grande

Dino mantém depoimento de Leila Pereira na CPMI do INSS

Justiça manda prefeitura reajustar tarifa técnica dos ônibus da Capital para R$ 7,79

Justiça condena soldado da PMMS por vÃdeo em rede social com piada gravada em oficina

Evento da Defensoria Pública debate IA e desafios do Direito do Consumidor em Campo Grande

Justiça manda transportadora pagar R$ 200 mil após morte de caminhoneiro em acidente

Justiça mantém 14 anos de prisão a homem acusado de abusar de enteadas em Maracaju






