Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) descobriram que a proteína Spike do SARS-CoV-2, quando injetada no cérebro de camundongos, resulta em alterações na memória.
A neurocientista Claudia Figueiredo, uma das líderes da pesquisa, explica que a mudança nas memórias observadas nos roedores é igual ao observado em humanos infectados pelo vírus causador da Covid.
“Imita bem o que acontece na doença. Quando isso ocorre, a gente está na frente de um bom modelo experimental”, afirmou a pesquisadora à Agência Brasil.
Segundo Figueiredo, o estudo mostra que a replicação do vírus não é necessária para causar prejuízo na memória, o que abre novas portas para tratamentos mais eficazes contra as sequelas da Covid.
“A gente avançou na caracterização do mecanismo. E isso é superimportante porque, quando a gente descobre o mecanismo, abre portas para fazer terapias mais direcionadas”, explicou.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 e acompanhe em tempo real todas as notícias. Para baixar no IOS, clique aqui. E aqui para Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

SUS passa a adotar antibiótico para prevenir sÃfilis e clamÃdia

Pesquisadoras do Humap participam de treinamento internacional em Buenos Aires

MPMS abre investigação sobre negativa de tratamento cardÃaco por plano de saúde

Campo Grande passa a usar raio-X com Inteligência Artificial para diagnóstico rápido de HIV

Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no paÃs, em 2026

Tratamento metabólico ajuda empresária a perder 14 kg em Campo Grande

Doação de órgãos de enfermeira vÃtima de feminicÃdio salva três vidas

Com chegada do frio, SES alerta para possÃvel aumento de casos de gripe em MS


VÃrus da Covid (Reprodução )



