Uma vacina contra o coronavírus, produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a biofarmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, apresentou bons resultados, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (20) na revista científica The Lancet.
O estudo foi do tipo randômico, com grupo de controle (que recebeu uma vacina de meningite) e cego (no qual os voluntários não sabem qual medicamento foi administrado), e realizado com cerca de 1.077 pessoas saudáveis. Os resultados são das fases 1 e 2 da vacina.
De acordo com o estudo, a vacina pode ser ainda mais efetiva quando uma segunda dose é administrada. A resposta imune chamada de célula T é produzida 14 dias após uma primeira dose e os anticorpos apareceram depois de 28 dias.
Os efeitos colaterais, de acordo com a divulgação, foram pequenos e puderam ser reduzidos quando os pacientes usaram paracetamol.
A vacina desenvolvida pela universidade britânica, é uma das três opções que estão na versão da fase 3 de testes segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Outros estudos ainda devem ser feitos, inclusive em idosos, para garantir a segurança da vacina. Apesar de conseguir criar uma resposta imune ao vírus, ainda é preciso descobrir se a vacina pode proteger efetivamente as pessoas de uma infecção.
O estudo ainda é muito preliminar para saber se a vacina preenche todos os requisitos, mas as fases dois (no Reino Unido) e a fase três de testes (acontecendo no Reino Unido, Brasil e África do Sul) devem garantir a eficácia completa dela.
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Imagem ilustrativa (Reprodução/Internet)



