O general Richard Nunes, que está desde fevereiro à frente da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, afirmou que existe a possibilidade de concluir o ano sem a elucidação do duplo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista, Anderson Gomes.
“Eu sempre falei com essa cautela. Eu nunca fiquei dizendo negócio de data. Existe a possibilidade de fechar? Existe. E existe a possibilidade de a gente ter um pouco mais de dificuldade e levar um pouco mais de tempo” elucidou.
Marielle Franco e Anderson foram assassinados a tiros, em 14 de março deste ano, após um evento político no centro do Rio de Janeiro. O crime causou comoção internacional. O papa Francisco se manifestou sobre o episódio ao apelar por providências. Mais de uma vez, houve a discussão da transferência do comando das investigações, sob tutela da Polícia Civil do Rio, para a Polícia Federal.
Richard Nunes, entretanto, demonstra prudência na solução do duplo assassinato, esbanja firmeza quando fala do legado que deixará em 31 de dezembro. O principal é a retomada do orgulho e da credibilidade das polícias Civil e Militar. E também o fortalecimento das corporações, com a efetivação de novos policiais como oficiais de cartório, praças, papiloscopista e um concurso para delegados.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Vídeo: Fuga com lulu-da-pomerânia termina na delegacia

Polícia Federal prende suspeito de planejar atentado terrorista no Brasil

Caso Orelha: Justiça dá 24 horas para redes removerem informações sobre adolescentes

CPMI do INSS retoma trabalhos com foco em banqueiros e ouvirá Vorcaro

Senado inicia 2026 com fila de sabatinas para cargos estratégicos

Saiba que sanções podem ser aplicadas a jovens que mataram cão Orelha

Planos de saúde passam a cobrir Momelotinibe para tratamento oncológico

Petrobras reduz em 7,8% preço de venda do gás natural a distribuidoras

'O Agente Secreto' entra na disputa do Bafta 2026

Richard Nunes demonstra prudência na solução do duplo assassinato (Reprodução/Agência Brasil)


