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Líderes da Otan aprovam coalizão contra o Estado Islâmico

Também como parte do plano para reforçar as atividades contra o terrorismo, a Otan criará uma célula de inteligência

25 maio 2017 - 15h56Agência Brasil

Os líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) apoiaram nesta quinta-feira (25) a ideia de a Aliança fazer parte da coalizão internacional que atua contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). Além das novas medidas para adesão à luta antiterrorista, os líderes concordaram em fortalecer o compromisso de atingir a meta de investimento de 2% do PIB dos seus países em Defesa para 2024. A informação é da Agência Efe.

"Os líderes da Otan adotaram os planos para combater o terrorismo e melhorar a repartição de encargos da organização", informou no Twitter a porta-voz da Aliança, Oana Lungescu. A decisão foi tomada pelos 28 chefes de Estado e de Governo reunidos em Bruxelas.

Para combater mais eficazmente o terrorismo internacional, como exige o presidente americano Donald Trump, a Otan integrará a coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria, e da qual já faziam parte os 28 membros da organização, mas cada um a título individual e não como parte da estrutura da Otan.

Por outro lado, a Aliança não terá, dentro desta coalizão, nenhum papel de combate, confirmou hoje o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg. A ideia é que a Aliança aumente o seu apoio prático à coalizão: o avião de vigilância Awacs da Otan, que oferece informações durante o vôo, aumentará suas horas de operação, haverá mais troca de informações e a aliança emprestará suas capacidades de reabastecimento em voo.

Também como parte do plano para reforçar as atividades contra o terrorismo, a Otan criará uma célula de inteligência que estará situada em sua sede para compartilhar informações, entre outros assuntos, sobre combatentes estrangeiros, nomeando um coordenador especial antiterrorismo.

Por outro lado, os chefes de Estado e de Governo da Aliança Atlântica se mostraram a favor de reforçar o compromisso feito na Cúpula de Gales de 2014 de chegar em uma década ao objetivo de destinar 2% do PIB a despesas em Defesa.

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