O Mato Grosso do Sul, configura a lista dos 16 Estados que fecharam o último ano com redução na taxa de desemprego, segundo a publicação desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios–Contínua (PNAD-Contínua).
A menor taxa média anual de desemprego ficou com Santa Catarina: 6,1%. Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso aparecem em seguida, todos com 8%. Já os maiores percentuais foram observados no Amapá (17,4%) e na Bahia (17,2%).
No país, a população ocupada cresceu em 23 unidades da federação. Apesar da queda da taxa de desemprego e da ocupação, 20 estados tiveram taxa recorde de informalidade, isto é, os empregados sem carteiras, os trabalhadores por conta própria sem Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e os familiares auxiliares. A maior taxa foi anotada no Pará (62,4%), bem acima da média brasileira (41,1%). Atualmente, há no país 12,6 milhões de desempregados.
Segundo a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy, o aumento do emprego no país tem sido puxado pelo crescimento da informalidade. “Em vários estados a gente observa que a taxa de informalidade é superior ao crescimento da população ocupada. No Brasil, do acréscimo de 1,819 milhão de pessoas ocupadas, um milhão é de pessoas na condição de trabalhador informal”, afirmou.
Deixe seu Comentário
Leia Também

CPI do Crime Organizado expõe falhas no sistema de monitoramento das fronteiras

Relatório final da CPI do Crime pede indiciamento de ministros do STF e PGR

Olimpíada de Professores de Matemática abre as inscrições

Gilberto Waller é demitido da presidência do INSS

Ministro da Fazenda inicia agenda internacional nos EUA e na Europa

Morre aos 82 anos o ator e dublador Silvio Matos, ícone da TV brasileira

Mega-Sena sorteia prêmio estimado em R$ 40 milhões neste sábado

Vale-recarga do programa Gás do Povo é liberado a 206 mil famílias

Justiça mantém veto a imposto de 12% sobre petróleo exportado


Mato Grosso do Sul registrou média anual de 8% no índice do desemprego (Reprodução)



