Acuado pela Justiça e cada vez mais perto da prisão da Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agora está sob “proteção” indígena. Na última quinta-feira, 15. enquanto seus advogados lutavam nos tribunais para afugentar o fantasma da cadeia que o atormenta, Lula foi recepcionado em Salvador, no Fórum Social Mundial, por um grupo de mais de 20 etnias que promoveram o ritual de “fechamento de corpo” do ex-presidente.
Os índios brindaram Lula, então exibindo um semblante marcado pela tensão, com um cocar vistoso e despejaram a fumaça da proteção sobre seu corpo. O ex-presidente, condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do tríplex do Guarujá (SP), também recebeu a pauta de reivindicações dos povos indígenas – a prioridade é a demarcação de territórios.
Segunda instância
A discussão sobre a prisão ou não de Lula ganhou um novo capítulo na tarde desta terça-feira. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, marcou para quarta-feira, 21, uma reunião administrativa para resolver o impasse criado na Corte em torno da prisão após condenação em segunda instância.
A decisão foi tomada depois que foi adiada uma reunião informal pedida pelo ministro mais antigo do Supremo, Celso de Mello, incomodado com a falta de uma posição definitiva do STF sobre o tema.
A sessão administrativa deve ocorrer antes da reunião do plenário do Supremo, na mesma quarta. O objetivo de Cármen Lúcia seria evitar que os magistrados exponham suas divergências durante a sessão, transmitida ao vivo pela TV Justiça.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Congresso Nacional retoma trabalhos em fevereiro com 73 vetos de Lula na pauta

Após cirurgia, Lula recebe alta, mas ficará em repouso no fim de semana Lin

Cachorro é morto com dez tiros em frente a ponto de ônibus em SP

Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil

Trabalho escravo e tráfico de pessoas fazem Justiça registrar alta histórica em 2025

Vídeo: Fuga com lulu-da-pomerânia termina na delegacia

Polícia Federal prende suspeito de planejar atentado terrorista no Brasil

Caso Orelha: Justiça dá 24 horas para redes removerem informações sobre adolescentes

CPMI do INSS retoma trabalhos com foco em banqueiros e ouvirá Vorcaro





