Em reunião com a prefeita Adriane Lopes nessa segunda-feira (25), a diretoria da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), apresentou demandas da classe empresarial, abordando questões ligadas à Educação, Infraestrutura, Revisão da Lei do Prodes, a aplicação da Lei de Liberdade Econômica e as oportunidades que a Rota Bioceânica trará para Campo Grande.
Adriane Lopes reafirmou o compromisso de sua gestão em dialogar com o setor privado e buscar soluções que simplifiquem processos e incentivem o crescimento econômico, especialmente para as pequenas e médias empresas.
“O diálogo constante com a Associação Comercial é fundamental para seguirmos avançando no desenvolvimento econômico de Campo Grande. Estamos construindo, juntos, um ambiente mais favorável para o empreendedor, com menos burocracia e mais oportunidades de crescimento. A Lei de Liberdade Econômica é um exemplo claro desse compromisso. Seguimos firmes na parceria, trabalhando lado a lado para garantir um futuro de prosperidade para as empresas da nossa cidade”, afirmou a Prefeita.
O presidente da ACICG, Renato Paniago, reforçou a importância da união entre o setor privado e o poder público, destacando que a colaboração da Prefeitura é fundamental para atender as demandas dos mais de 10 mil empresários associados à entidade. “Nossa Associação está à disposição para colaborar em todas as frentes necessárias. Recebemos muitas demandas e precisamos do apoio da Prefeitura para continuar trabalhando em prol do empresariado. Queremos participar ativamente das discussões e encontrar soluções junto à gestão municipal”, destacou Paniago.
A prefeita também celebrou o desempenho de Campo Grande no cenário nacional de franquias, pois segundo a Associação Brasileira de Franquias (ABF), a cidade ocupa o quinto lugar entre as 30 cidades brasileiras com maior crescimento no faturamento do setor de franquias no primeiro semestre de 2024.
“Esse crescimento é resultado de uma gestão focada em criar um ambiente favorável para os negócios. A Lei das Franquias, que sancionamos, reduziu a alíquota do ISS de 5% para 2%, permitindo que Campo Grande se tornasse um polo atrativo para empresas franqueadoras. Esses números mostram que estamos no caminho certo”, destacou Adriane Lopes.
O estudo da ABF aponta que a capital sul-mato-grossense registrou um faturamento de R$ 736,7 milhões no período, um aumento expressivo de 20,85% em comparação ao ano anterior. O agronegócio foi destacado como um dos principais vetores desse crescimento, impulsionando o desempenho econômico da cidade e consolidando Campo Grande como uma referência no setor de franquias.
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