Menu
Busca segunda, 20 de setembro de 2021
(67) 99647-9098
Gov - Estado que Cresce (set21)
Economia

Copom se reúne pela 5ª vez no ano para definir juros básicos

A previsão das instituições financeiras é de que a Selic deve subir de 4,25% para 5,25% ao ano

03 agosto 2021 - 09h20Da Redação, com informações da Agência Brasil

A quinta reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (3), em Brasília, para definir a taxa básica de juros, a Selic.

O Copom anunciará a decisão sobre o aumento da selic amanhã (4), ao fim do dia. Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras é de que a Selic deve subir de 4,25% ao ano para 5,25% ao ano. A expectativa de alta está no boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo Banco Central.

Os membros do Copom, por sua vez, sinalizaram na ata da última reunião que devem manter a elevação da Selic no mesmo patamar de 0,75 ponto percentual.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela também é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem conter a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Inflação 

Para 2021, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

Já a projeção do mercado é de uma inflação ainda maior, fechando o ano em 6,79%, de acordo com o último boletim Focus. É a 17ª alta consecutiva da previsão das instituições financeiras.

 

Unica - inverno

Deixe seu Comentário

Leia Também

Economia
Governo cogita possibilidade de volta do horário de verão
Economia
Beneficiários do Bolsa Família começam a receber 6ª parcela do auxílio
Economia
Trabalhadores nascidos em novembro podem sacar auxílio emergencial
Economia
Projeto do Governo para reduzir conta de energia é aprovado na Assembleia
Economia
Motoristas de apps vão ter incentivos, o que deve melhorar a vida dos passageiros
Economia
Trabalhadores nascidos em outubro podem sacar auxílio emergencial
Economia
Procon-MS devolve quase meio milhão a consumidor no primeiro semestre de 2021
Economia
Trabalhadores nascidos em setembro podem sacar auxílio emergencial
Economia
Funcionário diz que JBS está sem realizar abate
Economia
Segundo Ministro das Comunicações, tecnologia 5G pode trazer U$ 1,2 tri em investimentos

Mais Lidas

Internacional
Vídeo: Vulcão entra em erupção nas Ilhas Canárias
Polícia
Mulher é sequestrada no Itanhangá Park e família paga R$ 18 mil em resgate
Oportunidade
Concurso da Caixa Econômica tem vagas para MS e salário de R$3 mil
Geral
Criança de 5 anos morre em acidente na MS-141