Segundo a entidade, a desaceleração da economia chinesa no primeiro trimestre – quando ficou em 1,4% – refletiu uma combinação da dissipação dos efeitos das medidas de estímulo ao crescimento, um ambiente externo fraco e crédito mais restrito, especialmente no setor imobiliário.
"Entretanto, a atividade econômica, incluindo a produção industrial, mostrou sinais de retomada nas últimas semanas. A aceleração, que deve continuar nos próximos dois trimestres, reflete um consumo robusto, a recuperação da demanda externa e novas medidas de apoio ao crescimento, incluindo investimentos em infraestrutura e incentivos a pequenas e médias empresas", diz o Bird.Reportar Erro
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(Foto: reprodução) 


