Treze municípios de Mato Grosso do Sul, que são da região de fronteira com o Paraguai e Bolívia foram autorizados a vender carne bovina in natura para a União Europeia (UE). Essas cidades faziam parte da Zona de Alta Vigilância (ZAV).
A ZAV foi criada em 2005, na época em que surgiram focos da febre aftosa no estado, principalmente na fronteira com o Paraguai. Produtores, o Governo Estadual e a UE, criaram um mobilização e conseguiram erradicar a doença, trazendo normas rígidas para região.
Mato Grosso do Sul foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre da aftosa em 2008, exceto á área da ZAV, que ficou livre em 2011.
De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Rangel, a partir de 1º de julho o estado pode vender o produto para a UE.
A Comissão Europeia publicou nesse sábado (11), no Jornal Oficial da União Europeia, um regulamento para aumentar a área apta a vender carne in natura. Ele diz que a antiga ZAV foi reconhecida pela OIE como área livre da aftosa com vacinação.
De acordo com esse regulamento, o Brasil foi que pediu a liberação para a venda de carne de Mato Grosso do Sul, o Mapa apresentou garantias de sanidade animal, o que ajudou na autorização.
Os municípios autorizados são Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Japorã, Ladário, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho e Sete Quedas.
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