Somente nós últimos cinco meses Mato Grosso do Sul já contratou R$ 892 milhões em recursos do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste). O número representa um recorde histórico para o período no estado e demonstra empenho e agilidade na análise de projetos.
Os números mostram que no mesmo período de 2017 as contratações da linha de crédito por MS somavam R$ 372,3 milhões. Em 2016 eram R$ 210,1 milhões e em 2015, R$ 522,8 milhões. No estado, a Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) é a responsável pela administração do fundo de incentivo ao desenvolvimento.
Para o titular da Semagro e presidente do Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis do FCO (CEIF-FCO), secretário Jaime Verruck, o resultado advém do trabalho de divulgação feito em conjunto pelas instituições envolvidas, aliado a atuação para que a linha de crédito beneficie o máximo de pessoas.
“Entendemos que esse resultado é baseado na antecipação de projetos no segmento rural, antecedendo a mudança na cobrança dos juros. Mas, mesmo com os empecilhos deste ano, o empresarial apresenta bons resultados para o período, o que eleva as expectativas para alcançar 100% da contratação dos recursos disponíveis”, afirma o secretário.
Em 2018, Mato Grosso do Sul tem R$ 2,2 bilhões em recursos do FCO para contratação nos segmentos rural e empresarial. Nos cinco primeiros meses do ano, os itens mais financiados são máquinas e equipamentos, armazenamento, correção de solo e ações para integração lavoura-pecuária-floresta.
Verruck destaca ainda que os recursos têm sido usados em segmentos essenciais da economia estadual, como o déficit na armazenagem e as correções de solo. “Os produtores perceberam das necessidades e estão usando a linha de crédito para isso”.
O superintendente do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul, Glaucio Zanettin, afirma que os números são resultados de sequentes investimentos na melhoria e racionalização dos processos, inclusive com uso de inteligência cognitiva para qualificação da originação dos projetos e consultoria aos nossos clientes em toda rede.
“Foram criados 154 novos postos de trabalho voltados para isso e dada continuidade no atendimento com ênfase para a transformação e implantação de unidades especializadas em atendimento ao agronegócio e pessoas jurídicas”, afirma o superintendente.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Correios reabrem inscrições para Plano de Desligamento Voluntário

Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado

Juros altos travam o varejo e avaliação do empresário cai 6,1% em um ano

Receita Federal paga lote da malha fina de janeiro

Caixa encerra Bolsa Família de janeiro pagando beneficiários do NIS final 0

Brasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged

Metade dos temporários deve ser efetivada no comércio da Capital

Receita desmente novo imposto para todos os aluguéis por temporada

Caixa paga Bolsa Família para beneficiários de NIS final 9 nesta quinta






