A Federação Sindical dos Servidores Públicos Estaduais e Municipais do Estado de Mato Grosso do Sul (Feserp) realizou, nesta segunda-feira (6), a primeira reunião para estabelecer a pauta salarial que será levada ao governo do Estado neste ano.
A Feserp congrega sindicatos estaduais e municipais que representam todos os setores do funcionalismo, excluindo apenas os professores, que tem seus próprios sindicatos. Apesar disso, os servidores administrativos da Educação integram a Feserp.
Durante a reunião, foi estabelecido que os servidores irão reivindicar a reposição das perdas inflacionárias do ano de 2022 sobre os salários, que somam 5,79%, e também das perdas inflacionárias acumuladas nos 18 meses ao longo dos anos 2020 e 2021 por força da Lei Complementar 173, que somam 4,96%, somando uma reposição salarial de 15%.
Apesar da escolha ter sido feita de maneira conjunta, a Feserp anunciou que cada sindicato irá tratar de forma separada, com governo e prefeituras, questões funcionais específicas de cada categoria.
A presidente da Feserp, Lílian Fernandes, afirmou que os sindicalistas incluíram na pauta o pagamento do vale-alimentação, à razão de R$ 500 reais aos servidores que recebem menos de cinco salários-mínimos mensais.
“A ampliação da escala de trabalho de 6 para 8 horas impactou demasiadamente sobre o custo suportado pelos trabalhadores no intervalo intrajornada”, esclareceu.
Ela explicou ainda que a Federação e os sindicatos têm a vontade de discutir as modalidades de trabalho mais adequadas e produtivas, seja presencial ou em home Office.
Além disso, a federação pretender levar até às prefeituras e o governo a cessação do desconto previdenciário de 14% dos aposentados que recebem aposentadoria com valor abaixo do teto salarial de R$ 7.507,00.
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Reunião da Federação ocorreu nesta segunda-feira (Foto: Divulgação)



