Em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (17), na Governadoria, a secretaria de Estado de Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, afirmou que as férias de julho não serão afetadas devido à suspensão de 15 dias das aulas da Rede Estadual de Educação. De acordo com a secretaria, durante esse os professores estão trabalhando de suas casas, ou mesmo nas escolas, preparando material para estudo das crianças em casa.
Ou seja, as férias aconteceram normalmente. “Nós decidimos tomar essa medida devido um recomendação do Conselho Nacional da Educação que orientou todas as instituições, sejam elas públicas ou privadas, a suspenderem as aulas. Com essa atitude, pretendemos auxiliar no combate do coronavírus. Esse fato não atrapalhará as férias de julho, ou seja, tanto o professor quanto o aluno não serão afetados em sua programação”, explicou.
A reportagem do JD1 Notícias perguntou sobre a merenda escolar nesse período. É sabido, que muitas crianças de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade, dependem desse alimento, pois muitas vezes é a melhor refeição do dia. A secretaria afirmou que irá fazer um levantamento para saber quais crianças estão inseridas em programas sociais dos Governos Federal e Estadual, como o Bolsa Família.
“Após esse estudo, nós disponibilizaremos as alimentação para esses alunos carentes, é claro que não podemos fazer para todos, pois estamos suspendendo as aulas para evitar aglomerações. Porém iremos dar a merenda realmente aqueles estudantes que realmente precisam”, finalizou.
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Secretários Eduardo Riedel (Governo), Geraldo Resende (Saúde) e Christine Maymone (adjunta da Saúde) (Arquivo/JD1)



