A decisão da principal competição de clubes da América do Sul, acontece neste sábado (4), no estádio do Maracanã, o Fluminense recebe o Boca Juniors da Argentina, para a final das Libertadores que será transmitido a partir das 16h (horário de MS).
O Conmebol paga premiação recorde pelo título e o vencedor leva para casa US$ 18 milhões, o equivalente a R$ 88 milhões na cotação atual. Já quem perder, leva menos da metade. O vice-campeão tem direito a US$ 7 milhões (R$ 34,3 milhões). Por participarem das fases de grupos, oitavas, quartas e semis, ambos os times embolsaram US$ 8,25 milhões (R$ 40 milhões).
Porém, caso o Boca seja campeão ele levará um prêmio acumulado maior do que o Fluminense, pois Conmebol instituiu um valor de US$ 300 mil para cada partida da fase de grupos que tivesse um vencedor. O Boca venceu quatro partidas e o Fluminense três. Ou seja, os argentinos levaram US$ 1,2 milhão (R$ 5,8 milhões) e os tricolores (R$ 4,4 milhões).
Título inédito
Derrotado na única final de Libertadores que alcançou até então na história da competição contra os equatorianos da LDU em pleno Maracanã em 2008, o Tricolor das Laranjeiras tenta conquistar pela primeira vez a Glória Eterna da Libertadores.
Para isto, a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz aposta tanto no bom futebol como na sua força como mandante. Em seis partidas jogando em casa, a equipe brasileira não sofreu nenhuma derrota, foram 2 empates e 4 vitórias.
Neste contexto a expectativa é de que o Fluminense tente atuar valorizando a posse de bola e abusando da qualidade dos homens de frente, que criam boas oportunidades para o artilheiro argentino Germán Cano, que possui 12 gols na atual edição da Libertadores. “A base de minha estratégia é colocar [em campo] o melhor time para cada jogo. É isso que farei amanhã”, afirmou o técnico Fernando Diniz. Desta forma, o Tricolor deve entrar em campo com: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo e Marcelo; André, Martinelli (John Kennedy) e Ganso; Arias, Keno e Cano.
Enquanto o Fluminense busca seu primeiro título na competição continental, o Boca Juniors quer chegar à sua sétima conquista, o que lhe permitiria igualar o Independiente (Argentina) como clube com maior número de troféus no torneio, sete ao todo.
Ao comentar o jogo decisivo com o Fluminense, o técnico Jorge Almirón deixou claro que conhece o estilo de seu adversário: “Acompanho o Fluminense desde o início da Copa Libertadores. É um time que tenta jogar, troca posições e faz isso muito bem. A equipe tem a ideia do treinador muito bem representada em campo, assim como jogadores históricos, que atuaram em grandes times. É uma final e estamos preparados para enfrentar este tipo de jogo”.
A equipe argentina deve iniciar o confronto decisivo com: Romero; Advíncula, Figal, Valentini e Fabra; Medina, G. Fernández, E. Fernández e Valentin Barco; Merentiel e Cavani.
Transmissão
A Rádio Nacional transmite Boca Juniors e Fluminense com a narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luiz, reportagem de Rodrigo Ricardo e plantão de Rodrigo Campos.
O torcedor também pode assistir pelo Globoplay, serviço de streaming que não exige assinatura do serviço. Para isso, basta ter um cadastro ativo na plataforma de streaming e escolher a função "Ao vivo na TV". Desta forma, o conteúdo da Globo será liberado para curtir no computador, tablet ou até mesmo no smartphone.
Outra opção é acompanhar pelo Star+. Assinantes do streaming têm acesso às transmissões da ESPN.
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Artilheiro tricolor, Germán Cano (Marcelo Gonçalves/Fluminense FC)



