Prevista para o dia 8 de setembro, a cirurgia que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai fazer é motivada por um problema comum: uma hérnia que surgiu depois das três operações pelas quais passou desde 6 de setembro do ano passado, quando foi esfaqueado na barriga durante a campanha eleitoral. Segundo médicos, o tratamento é relativamente simples.
Conforme o cirurgião Glauco Japiassu, a hérnia pode acontecer mesmo em operações bem-sucedidas. "É um problema de cicatrização, não é culpa do médico, necessariamente", contou, explicando que o procedimento para tratar o problema é abrir novamente o local da cirurgia e reforçar os pontos.
O objetivo é estancar eventual dor percebida pelo paciente e também evitar que, futuramente, uma alça do intestino acabe sendo presa ali. "A cirurgia é só um reforço da parede abdominal", frisou o médico.
Em tese, o próximo procedimento é mais simples - mesmo com os dez dias de repouso previstos. Além disso, normalmente nem sequer é preciso chegar às camadas mais profundas e abrir a cavidade do abdome do paciente. "As cirurgias complicadas, ele já fez", apontou Japiassu.
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Em tese, o próximo procedimento é mais simples, mesmo com os dez dias de repouso previstos (Reprodução)



