A Justiça do município de Amambai condenou Luzelino Vasques Martins a 32 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato de José Areve Martins, de 28 anos. O crime ocorreu em 13 de abril de 2024, na Aldeia Amambai. A vítima foi decapitada e teve o corpo esquartejado, sendo que partes foram lançadas em um córrego da comunidade indígena.
No julgamento do caso, Sônia Gonçalves Vargas, denunciada por participação nos fatos, foi absolvida pelo júri das acusações de homicídio e corrupção de menores. Contudo, foi condenada pelo crime de ocultação de cadáver, mas recebeu alvará de soltura logo após a leitura da sentença, já que a pena não justificou a manutenção da prisão.
O juiz Renan da Silva Pinto determinou que Luzelino Vasques passe a cumprir a pena imediatamente, mesmo com a possibilidade de recurso. O magistrado também o condenou ao pagamento de indenização mínima por danos morais aos sucessores da vítima, no valor correspondente a 20 salários mínimos, vigentes à época dos fatos, acrescidos de correção monetária.
Em nota à imprensa, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), responsável pela acusação no caso, destacou que o crime teve grande repercussão na região. Segundo o órgão, moradores da comunidade acompanharam as investigações desde o início e chegaram a ajudar na localização de partes do corpo da vítima.
O caso também gerou forte comoção na Aldeia Amambai, especialmente pela extrema violência do crime, já que a vítima foi morta com golpes de machadinho.
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