O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, afirmou que as ações tomadas por Nicolás Maduro, eleito para seu terceiro mandato como presidente da Venezuela, deveriam resultar em um mandado de prisão pelo Tribunal de Haia.
Na última terça-feira (30), a organização rejeitou a reeleição de Maduro, afirmando que os resultados apresentados não merecem “reconhecimento democrático” devido à falta de transparência no processo eleitoral.
Durante uma discussão sobre as eleições da Venezuela, na quarta-feira (31), o ex-chanceler do Uruguai criticou as falas de Maduro e a falta de transparência no processo eleitoral venezuelano. “Maduro prometeu um banho de sangue, e ficamos indignados com isso e ainda mais indignados agora que ele está fazendo isso”, comentou.
Para Almagro, as ações de Maduro foram premeditadas, de “impulso brutal” e “ferocidade”, e usaram “vantagem superior” para manter o líder chavista no poder.
“É hora de apresentar acusações e um mandado de prisão no Tribunal Penal Internacional contra os principais perpetradores, incluindo Maduro”, afirmou.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Presidente do México descarta invasão dos Estados Unidos

Mato Grosso do Sul registra avanço no Judiciário com 512 mil processos julgados

Presidente de Cuba reage a Trump e diz que país não será intimidado

Protestos no Irã deixam mais de 500 mortos e elevam tensão com os EUA

Trump afasta operação contra Putin e defende pressão política dos EUA

Vaticano tentou negociar asilo para Maduro na Rússia, diz jornal

Putin lança míssil balístico de uso nuclear em ofensiva contra a Ucrânia

Macron diz que vai votar contra acordo entre União Europeia e Mercosul

Senado dos EUA aprova resolução para barrar Trump contra Venezuela


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Foto: Wikicommons)



