Aparecido Vicente dos Santos, conhecido como ‘Cido Pancadão’, foi condenado a 21 anos de prisão em regime fechado na quarta-feira (26). Ele estava sendo julgado pelo crime feminicídio pelo assassinato de sua ex-companheira Maria Mercedes Dominguez Cristaldo, em abril de 2022, em Ivinhema.
Na ocasião, no dia 20 de abril do ano passado, o réu teria se escondido atrás de uma árvore que ficava em frente a casa da vítima. Ao ver ela saindo para trabalhar, durante a madrugada, Aparecido a surpreendeu efetuando disparos com a arma de fogo artesanal, calibre 12, que portava. Maria Mercedes foi atingida no peito.
Preso desde a época do crime, ele foi julgado perante o Tribunal do Júri de Ivinhema, tendo o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul sido representado pelo Promotor de Justiça Daniel do Nascimento Britto. Conforme o site Ivinoticias, ele estava sendo acusado de homicídio qualificado pelo motivo fútil, mediante emboscada e em virtude da condição do sexo feminino, caracterizado por violência doméstica e familiar (feminicídio).
A Defensoria Pública, responsável pela defesa de Aparecido, tentou sustentar uma das hipóteses para tentar afastar as qualificadoras (agravantes) do caso. O Conselho de Sentença acatou os argumentos apresentados pelo Parquet e, com isso, o acusado Aparecido Vicente dos Santos foi condenado à pena definitiva de 21 anos de reclusão. O réu continuará preso, haja vista a negativa de recorrer em liberdade.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Dino mantém depoimento de Leila Pereira na CPMI do INSS

Justiça manda prefeitura reajustar tarifa técnica dos ônibus da Capital para R$ 7,79

Justiça condena soldado da PMMS por vídeo em rede social com piada gravada em oficina

Evento da Defensoria Pública debate IA e desafios do Direito do Consumidor em Campo Grande

Justiça manda transportadora pagar R$ 200 mil após morte de caminhoneiro em acidente

Justiça mantém 14 anos de prisão a homem acusado de abusar de enteadas em Maracaju

Traficante flagrado com 1,5 tonelada de maconha em Campo Grande pega 5 anos de prisão

Audiência de direitos humanos discute operação policial no Rio que terminou com 122 mortos

'Tempos de muito aprendizado', diz desembargador ao deixar o TJMS para voltar à advocacia






