A Justiça do interior paulista negou um pedido da Promotoria e decidiu que Elize Matsunaga irá permanecer em liberdade. O pedido veio após uma suposta denuncia que ela teria feito uso de documento falso.
Elize foi condenada a 16 anos de prisão em 2012 pelo assassinato de seu marido, Marcos Kitano Matsunaga. No ano passado, ela teve a liberdade condicional concedida pela Justiça.
A Vara de Execuções Criminais de Franca, cidade onde Elize reside e trabalha, considerou que ela “tem cumprido as condições que lhe foram impostas” para manter o benefício.
Além disso, a Justiça ressaltou que o caso de uso de documento falso, flagrado em Sorocaba, ainda está em trâmite e “em fase inicial”.
Documento falso
Na semana passada, Elize Matsunaga, que agora utiliza o nome Elize Giacomini, foi indiciada após, segundo investigações, ter utilizado um atestado de antecedentes criminais falso para conseguir emprego em uma empresa de Sorocaba.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou, por meio de nota, que recebeu uma denúncia anônima sobre a falsificação de documentos e confirmou que “uma egressa do sistema prisional estava utilizando um atestado de antecedentes criminais falsificados”.
Elize chegou a ser detida em Franca, também no interior paulista, onde prestou depoimento e negou que utilizou documento falso, sendo liberada logo em seguida.
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