Monique Medeiros, acusada de matar o próprio filho, Henry Borel, de 4 anos, chorou durante seu depoimento durante o julgamento do caso, que está ocorrendo desde a manhã desta quarta-feira (9), no 2º Tribunal do Júri no Rio de Janeiro.
A acusada, que foi a segunda pessoa a depor no caso, chorou ao falar do filho e relembrou o fim do casamento com o pai da criança, o engenheiro Leniel Borel, e disse que ele não aceitava o fim do relacionamento, mas garantiu que eles foram “os melhores pais que Henry poderia ter”.
“O Leniel foi um bom pai, não muito presente por conta do trabalho, mas nunca levantou um dedo pro meu filho. Fomos os melhores pais que Henry poderia ter”, afirmou a acusada.
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Monique Medeiros chorou durante seu depoimento (Aline Massuca/Metrópoles)



