O Ministério Público do Mato Grosso do Sul (MPMS) decidiu pelo arquivamento da investigação sobre a morte de Heron Aparecido Correia Alves, ocorrida em 4 de julho de 2024. A vítima, de 51 anos, foi atropelada por uma ambulância na BR-060, a aproximadamente 10 quilômetros de Campo Grande, no sentido de Sidrolândia.
A investigação, à qual o JD1 Notícias teve acesso, determinou que o acidente foi causado pela “entrada inopinada da vítima na rodovia”. O relatório policial revela que familiares da vítima, presentes no local do acidente, relataram que Heron costumava consumir álcool em excesso. Eles acreditam que o uso de bebidas alcoólicas pode ter contribuído para o acidente.
A 20ª Promotoria de Justiça da comarca de Campo Grande informou aos familiares da vítima, conforme estabelecido pelo artigo 5º, § 2º, da Resolução nº 43/2023-PGJ, que o inquérito policial foi arquivado. O comunicado oficial do MPMS destaca: “Diante do exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, com fulcro no artigo 18 do Código de Processo Penal, requer o arquivamento do presente feito, resguardando a possibilidade de reabertura das investigações caso surjam novos indícios ou suspeitas.”
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Cantor Leonardo processa frigorífico da "Picanha do Mito"

STF suspende decisão do TCU sobre controle de bebidas

PGR arquiva pedido de investigação contra Moraes por suposto uso indevido de avião da FAB

TRE rejeita recurso e eleição suplementar em Paranhos acontece sem Dr. Jorge

Músico que bateu na namorada com bebê no colo é solto novamente pela Justiça

TJMS aplica multa à construtora por atraso na obra do Fórum de Maracaju

Ministério Público investiga demora no atendimento dermatológico na rede pública

STF mantém prisão de Rúbia, acusada de participação no esquartejamento do ex

Chiquinho Brazão, acusado de ser mandante da morte de Marielle, pede prisão domiciliar
