A Promotoria Geral do Paraguai afirmou que não encontrou elementos suficientes para comprovar que o ex-jogador, Ronaldinho Gaúcho, participou diretamente no planejamento de documentos irregulares. Os documentos foram usados pelo ex-jogador e o irmão, Roberto de Assis, para entrar no país vizinho, no último dia 4 de março.
Sem comprovações. os dois ficam livres da responsabilidade de ter domínio e decisão sobre o uso dos documentos, de acordo requerimento conclusivo de promotores. Caso o juiz aceite o argumento, Ronaldinho e o irmão poderão voltar ao Brasil.
Quem estuda o pedido da promotoria paraguaia é o juiz Gustavo Amarilla. Mesmo assim, o Ministério Público do Paraguai solicitou que Ronaldinho pague cerca de R$ 489.359,25 para reparar os danos causados pelo uso de documentos irregulares. Além disso, o ex-jogador deverá morar definitivamente no Brasil e compareça
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