O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Sérgio Fernandes Martins, publicou a Portaria n.º 1289/2024, determinando a aposentadoria compulsória da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges. A medida, que concede proventos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada em conformidade com decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Processo Administrativo Disciplinar.
A penalidade, considerada a mais severa aplicável a magistrados, foi imposta após a constatação de que Tânia Borges utilizou seu cargo para beneficiar o filho, preso por tráfico de drogas e armas. Entre as ações atribuídas à magistrada está o uso de veículo oficial e escolta policial para buscar o filho no presídio de Três Lagoas e interná-lo em uma clínica psiquiátrica.
A conduta foi considerada uma violação à Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e ao Código de Ética da Magistratura. Apesar de recorrer à Justiça, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF), para reverter a penalidade, a decisão do CNJ foi mantida e formalizada pelo TJMS.
A aposentadoria compulsória representa o encerramento da carreira de Tânia Borges no Judiciário, consolidando as sanções previstas na Resolução n.º 135/2011 do CNJ e na Lei Complementar n.º 35/1979.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Deixe seu Comentário
Leia Também

STF mantém prisão de Rúbia, acusada de participação no esquartejamento do ex

Chiquinho Brazão, acusado de ser mandante da morte de Marielle, pede prisão domiciliar

Motorista é condenado a 9 anos de prisão por morte em racha na Capital

MPF cobra gestão responsável e correta movimentação do Fundeb em Ladário

Reforma do muro da sede do MPMS em Campo Grande custará R$ 1,59 milhão

Juiz condena ex-vereadores e empresários por 'esquemão' que cassou Bernal

MPMS apura possível extração irregular de basalto em Deodápolis

Por assassinato a facadas no Lageado, homem é condenado a 8 anos de prisão

Ex-prefeito de Ladário é condenado e fica inelegível por abuso de poder
