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Polícia

Caso Joca: Polícia conclui que animal morreu por alterações cardíacas

Era para o cachorro ter embarcado para Sinop, mas foi colocado em um voo para Fortaleza

10 julho 2024 - 18h24Carla Andréa, com g1

A Polícia Civil de Guarulhos, em São Paulo, concluiu a investigação sobre a morte do cão Joca, o Golden Retriever de cinco anos que morreu após erro do serviço de transporte de animais da empresa aérea Gol.

Segundo o relatório final, "houve efetivo erro no embarque do animal" em uma caixa de transportes lacrada. Joca embarcou em 22 de abril deste ano no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Ele deveria ter ido para Sinop, no Mato Grosso, onde moraria com o tutor João Fantazzini Júnior, mas foi enviado para Fortaleza, no Ceará.

O trajeto, que seria de até 2h30min, durou cerca de 8 horas. O supervisor operacional de logística da GOLLOG, afirmou que os aviões para Sinop e Fortaleza estavam próximos e dois funcionários colocaram a caixa de Joca na posição para embarque da aeronave com destino a capital do Ceará.

Joca chegou vivo a Fortaleza, e foi despachado de volta a Guarulhos, onde se confirmou a morte.

Segundo o relatório, o animal permaneceu em Fortaleza por cerca de 40 minutos e a morte ocorreu no interior da aeronave, no retorno a São Paulo.

No total, 12 pessoas foram ouvidas nas investigações, inclusive o tutor e funcionários da companhia. O Ministério Público e um juiz ainda vão se manifestar sobre o inquérito da Polícia Civil, e podem pedir que mais apurações sejam feitas.

Laudo da morte

Além do choque cardiogênico, o laudo da morte de Joca aponta alterações cardíacas. A veterinária Fátima Martins analisou o documento e, no seu ponto de vista diante do que foi constatado, o choque cardiogênico foi consequência da hipertermia (elevação da temperatura corporal) que o pet sofreu e, por isso, houve a parada cardiorrespiratória.

“O próprio estresse que ele passou já poderia levar a óbito. E o estresse seguido de desidratação com as comorbidades que ele tinha, e vivia muito bem com elas e não era limitante, ele não teria morrido. Ele tinha alterações cardíacas, porém o agravante foi a hipertermia que levou a desidratação e o choque hipovolêmico", explicou a profissional.

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