A recomendação determina a implementação do Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico no estabelecimento penal e estabelece prazo de 30 dias para que a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) defina a contratação dos serviços e a fonte de recursos. No mesmo período, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos deve adotar providências técnicas para viabilizar o início das obras.
O documento também exige que os órgãos apresentem um cronograma detalhado das intervenções, com etapas, prazos e responsáveis, além do envio de relatórios mensais ao MPMS até a conclusão do projeto, que já conta com aprovação do Corpo de Bombeiros.
As instituições notificadas têm 10 dias para informar se acatam a recomendação. Em caso de descumprimento, o MPMS poderá adotar medidas judiciais para garantir a execução das adequações e responsabilizar eventuais agentes públicos.
A medida integra a fiscalização contínua do órgão nas unidades prisionais da comarca ao longo de 2026, que inclui o acompanhamento das condições estruturais, sanitárias e de segurança dos estabelecimentos penais.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Denunciado por abandono, filho esfaqueia próprio pai em Campo Grande

Secretária do PT fica em estado gravíssimo após acidente em Campo Grande

Padrasto sai algemado em Campo Grande sob suspeita de estupro de menino de 1 ano

Rapaz encontra cartão e usufrui de quase R$ 1 mil em Nova Andradina

Polícia afirma que decisão sobre prisões não invalida investigação da OncoJuris

Dois são presos com material de abuso sexual infantil em Campo Grande

Jovem morre em grave acidente na BR-376, entre Ivinhema e Deodápolis

PF cumpre mandados em MS e outros estados em ofensiva contra abuso de crianças

Polícia Militar apreende carga de drogas avaliada em mais de R$ 6 milhões em Deodápolis


Presídio de Amambai (Agepen)


