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Polícia procura autora de fake news sobre caixões vazios

Mulher poderá responder por três crimes e pegar até 9 anos de prisão

05 maio 2020 - 16h16Sarah Chaves, com informações do R7    atualizado em 05/05/2020 às 16h22

A Polícia Civil de Belo Horizonte, em Minas Gerais, informou durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (5), que a autora do vídeo falso sobre caixões de supostas vítimas de covid-19 encontrados com pedras, poderá responder por três crimes e ser condenada a até nove anos de prisão.

Peritos ainda trabalham para encontrar a responsável pela gravação viralizada em redes sociais na última semana.

A autora do vídeo, segundo o delegado Wagner Sales, pode responder pelos crimes de denunciação caluniosa, difamação contra o prefeito de Belo Horizonte, que é citado na filmagem, e pela contravenção penal de propagação de pânico. Além de prisão, a Justiça pode determinar o pagamento de multa, com valor a ser analisado pelo juiz.

Os delegados Wagner Sales e Rodrigo Damiano, do Primeiro Departamento de Polícia Civil da capital mineira, detalharam o processo de investigação, e explicaram que o serviço de inteligência vai comparar sotaques de regiões do interior do Minas e monitorar dados de redes sociais para conseguir chegar até a suspeita.

Sales, coordenador do inquérito, explica que, embora a gravação possa ter sido feita em outro Estado, os policiais precisam seguir os sinais já detectados. Na filmagem, a mulher deixa a entender que fala de Minas Gerais. "A investigação sempre parte do princípio do mais fácil para o mais complexo. Nós vamos considerar que este sotaque seja verdadeiro e, em um segundo momento, caso não seja evidenciado, a gente passa para a possibilidade dele ter sido forjado".

O responsável pelas investigações ainda ressalta que as pessoas que compartilharam a gravação também podem receber as mesmas penas, já que se trata de um crime contra a honra.

A Polícia Civil faz um apelo para que a responsável pela gravação se apresente em qualquer delegacia para prestar esclarecimentos. Caso isto não aconteça, o delegado pode pedir a prisão preventiva da mulher ao final da investigação, mesmo sem a identificação da suspeita.

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