O senador Aécio Neves (PSDB -SP) se tornou réu nesta terça-feira (17), por corrupção passiva e obstrução à justiça. Para os ministros, os indícios apontados pela Procuradoria Geral da União são suficientes para que o tucano responda aos crimes por meio da ação movida contra ele.
Conforme o Estadão, a PGR acusa o senador de receber dois milhões de reais de forma ilícita oriundos do grupo J&F. Também se tornaram réus por corrupção passiva a irmão de Aécio, Andrea Neves, Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima.
Conforme o site, o relator do caso, o ministro Marco Aurélio afirmou que há indicativos de solicitação de vantagem indevida pelo detentor de mandato, com auxílio da irmã, Frederico e Mendherson.
Ainda segundo o Estadão, em relação à atuação de Aécio nas atividades parlamentares, o ministro informou que não há como imputar crime de obstrução à justiça.
Contudo, sobre este crime, a denúncia foi recebida por Marco Aurélio com base em ligações telefônicas que apontam que Aécio buscava direcionar delegados federais para atuar em inquéritos de seu interesse com a finalidade de beneficiá-lo, como narra a PGR.
“A existência de dúvida razoável neste momento com os indícios fortes que existem sobre a prática da corrupção passiva levam ao recebimento da denúncia”, disse o ministro.
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O senador se tornou réu nesta terça-feira (Reprodução/ Estadão)



